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Actividades

Plano de Actividades – 2011

1. Projecto – Lar Residencial (24 utentes) e Centro Apoio Ocupacional (CAO) (30 utentes)

A Associação para dar resposta à enorme carência em matéria de apoio à deficiência continua empenhada em apresentar uma candidatura ao Programa Operacional Potencial Humano Tipologia 6.12 – Apoio ao Investimento em Respostas Integradas de Apoio Social, nas valências de Lar residencial e CAO – Centro de Actividades Ocupacionais.

Neste momento já se encontra aprovado o Projecto de Arquitectura por todas as entidades competentes, nomeadamente a Segurança Social e Projecto de Especialidades que foi entregue no Município de Alvaiázere em Maio de 2010.
2. Continuação das Obras para beneficiação do edifico sede

Tendo em conta as Obras de beneficiação a realizar no edificio sede, a Direcção da Associação pretende apresentar uma candidatura ao PRODER em Janeiro/Fevereiro.

O PRODER é um instrumento estratégico e financeiro de apoio ao desenvolvimento rural, que tem por objectivo valorizar o património rural na óptica do interesse colectivo, enquanto factor de identidade e de atractividade do território, tornando-o acessível à comunidade, no âmbito de uma estratégia local de desenvolvimento.

Assim, pretende-se reabilitar todo o edificio (substituir o telhado, reabilitar as fachadas, entre outras).

3. Exposição no Museu Municipal
“ Colégio Vera Cruz”

Pela importância que o Colégio Vera Cruz teve no concelho de Alvaiázere, pretende-se fazer uma exposição de alguns elementos do espólio que se encontrava no edifício da associação e de alguns ex-alunos do colégio.
4. Celebração do Dia Internacional da pessoa c/ Deficiência (3 de Dezembro)

Sendo a valência principal da associação da Casa do Povo de Alvaiázere “promover por todos os meios lícitos a integração pessoal e profissional dos deficientes”, será celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência que é assinalado no dia 03 de Dezembro.
5. Dia da Espiga

Tal como já vem sendo hábito, a associação participará nas actividades no dia da espiga, nomeadamente com a organização do baile.
6. Estudo de um logótipo (projecto)

A Direcção pretende um estudo de um logótipo para o projecto da Associação.
7. Acções de angariação de fundos

Face à necessidade de meios financeiros para satisfazer as despesas necessárias ao funcionamento da associação e porque funciona também como um meio de divulgação, a Direcção propõe a aquisição e venda de T-Shirts que integrem o novo logótipo da Associação, outros brindes, bem como acções directas e indirectas envolvendo a Comunidade Social. Sempre que necessário a Direcção pretende envolver os Meios Comunicação.
8. Participação na FAFIPA

Pretende-se marcar presença na FAFIPA com o objectivo de divulgar a associação e de dar a conhecer o projecto em que está empenhada.
9. Jóia e Quotas

A direcção propõe continuar com a Campanha de angariação de sócios com isenção de jóia de inscrição até à próxima Assembleia Geral de 2011.

10.Campanha de Angariação de Donativos
De acordo com o disposto no artigo 61.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais, “(…) os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos, sem contrapartidas que configurem obrigações de carácter pecuniário ou comercial, às entidades públicas ou privadas, previstas nos artigos seguintes, cuja actividade consista predominantemente na realização de iniciativas nas áreas social, cultural, ambiental, desportiva ou educacional.”
A Direcção pretende informar/sensibilizar as empresas e particulares para os benefícios provenientes de donativos destinados às Instituições de Solidariedade Social, nomeadamente,
1. No caso das Pessoas Colectivas (CIRC), e regra, os donativos são aceites como custos ou perdas do exercício, até ao limite de 8/1000 do volume de vendas ou dos serviços prestados, da entidade doadora, com uma majoração de 30% nos termos do n.ºs 3, alínea a) e 4 do artigo 62.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais.
2. No caso das Pessoas Singulares (CIRS) os donativos implicam benefícios de acordo com o disposto nas duas alíneas que se seguem:
a)Em valor correspondente a 25 % das importâncias atribuídas, nos casos em que não estejam sujeitos a qualquer limitação;
b) Em valor correspondente a 25 % das importâncias atribuídas, até ao limite de 15 % da colecta, nos restantes casos;